Botão de pânico, alertou o Governo da Itália na invasão pirata em SP | Porto Marítimo | G1

Por José Claudio Pimentel, G1 Santos 16/08/2018 05h15 atualizado a menos de 1 minuto Criminosos lançaram corda com gancho, e em escala que o navio até a abertura do arco (Foto: José Claudio Pimentel/G1) Equipes de emergência do Governo da Itália foram mobilizados durante a invasão ao navio ‘Grande a França”, a 15 quilômetros de acesso ao Porto de Santos, no litoral de São Paulo, no domingo (12). O alerta sobre uma “ação de pirataria” em andamento “, foi emitido pelo comandante, que deixavam de toda a tripulação em uma porta da sala e pediu socorro, através do rádio. A informação foi obtida com exclusividade pelo G1 na manhã desta segunda-feira (16). O incidente ocorreu enquanto o navio de carga, de bandeira italiana, foi ancorados, aguardando autorização para atracarem no cais nesta região. A Polícia Federal sabe de quatro ou cinco homens armados que estavam a bordo a simulação de um roubo, para embarcar cocaína – mais de 1,3 tonelada da droga foi encontrada a bordo. O sigilo na investigação, foi decretada. Invasão e interações conselho: de quatro a cinco atacantes, vestindo roupas de mergulho e facões, entrou em um navio; a Polícia Federal investiga se parte do carregamento de cocaína foi levantada em uma invasão;A 26 membros da tripulação foram trancados no cofre do quarto, monitoramento de longe a invasão;a Polícia Federal, ouvido e liberado o suspeito, e decretou sigilo nas investigações. O G1 estabelecido que os criminosos usavam roupas pretas de borracha, semelhante aos utilizados por mergulhadores, e foram com as balaclavas (gorro, que cobre toda a cabeça). A quadrilha usou cordas com nós e um gancho (galateia) para subir de cerca de 15 metros a partir da frente do caminhão para acessar o deck (parte superior do telhado) para aberturas acima da âncora. ‘Grande a França” tem 214 m de comprimento e transporta contêineres e veículos (Foto: José Claudio Pimentel/G1) é O oficial imediato, profissional que está logo abaixo do comandante na hierarquia, foi um dos três membros da tripulação que perceberam a invasão. Um dos criminosos, com um facão na mão, correu em direção a ele, que conseguiu isolar grade toda a área do convés, onde o grupo embarcou, e para alertar os outros colegas sobre o que estava acontecendo na mesa. Em um comunicado oficial nesta quinta-feira (15), Grimaldi Lines, empresa proprietária do navio, afirmou que o protocolo de emergência foi cumprido com sucesso. “O capitão disparou o alarme geral, e todos os membros da tripulação tomou refúgio no quarto para proteger o navio. O sistema de segurança também foi ativado para informar o Estado de bandeira [Itália]”, disse ele. Quando você colocar a 26 de marinheiros e oficiais na sala de segurança, o comandante também acionou o “botão de pânico”. Um funcionário da guarda de tiro no Brasil, que pediu anonimato, explicou que o alerta foi recebido e confirmado instantaneamente no Ministério dos Transportes da Itália, onde há uma equipe específica para a prestação de apoio em casos de pirataria. Os criminosos tinham 41 sacos pretos com os tabletes de cocaína (Foto: Divulgação/Receita Federal) O sistema automático de emergência, também relatado pelo centro de controle de operações da frota de Grimaldi, na Itália, informou a guarda de tiro. Enquanto isso, a Praticagem de São Paulo recebeu, através do canal aberto da rádio, a aflição do capitão e relatou as informações para a Polícia Federal, em Santos. A Marinha do brasil também foi acionada. Durante as duas horas da invasão, houve um período de silêncio entre as equipes de emergência e o comandante, uma vez que ele e a tripulação foram trancados no cofre do quarto, que o revestimento é de aço e é capaz de resistir até mesmo explosões. No final, o capitão indicado para todos que não haveria necessidade de intervenção, pois os invasores fugiram. No comunicado, a família Grimaldi ainda agradeceu as autoridades brasileiras para a “operação bem-sucedida”, e felicitou a equipa enfrentou pela primeira vez a situação de invasão, a seguir a “segurança” protocolos utilizados em ataques. “Os representantes da empresa colocar à disposição das autoridades para ajudar na investigação”, disse ele. O navio veio para o Santos depois de uma escala em Montevidéu, no Uruguai (Foto: José Claudio Pimentel/G1) O G1 também encontrou que foi a primeira viagem para o Santos do que a tripulação, que pode se afastar eventual participação ou cumplicidade dos marítimos com traficantes de drogas. No entanto, a fim de não prejudicar o andamento das investigações do caso, a Polícia Federal decidiu fazer a investigação preliminar, que ocorre pelo detran de Santos. Investigações, A quadrilha usou um vaso de tamanho pequeno para enfrentar ondas de 2,5 metros de ressaca no mar, e chegar ao navio, ancorado em Anchorage 4. Esta é uma área de 100 mil metros quadrados, onde os navios de carga aguardam permissão para entrar no cais região para realizar as operações de carga e descarga de mercadorias. A delegada Luciana Fuschini, responsável pelo caso, disse que antes do G1 acreditar que os criminosos simularam o hacking para de tomar cocaína a bordo. “Nós encontrar e aproveitar 1,3 toneladas da droga, e alguns dos 41 sacos em que eles foram loja estavam molhados. Acreditamos, portanto, que a parte foi levada para o navio durante a invasão”. Policiais da Rota levou o suspeito para a PF, o Santos, após a denúncia (Foto: Rodrigo Nardelli/G1) é O comandante e a tripulação prestaram depoimento na terça-feira (14), e o conteúdo do que eles disseram que não podem ser revelados pela Polícia Federal. Também quarta-feira, Grimaldi, confirmou que o executivo estava a bordo do navio para ouvir os outros membros da tripulação e para reconstruir a invasão. O navio de carga foi liberada para continuar a viagem na quinta-feira (16). Na segunda-feira, um dia após o incidente, a polícia Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), da Polícia Militar, prendeu um suspeito de envolvimento no crime, no bairro do Gonzaga, em Santos, depois de denúncias anônimas. O homem foi liberado após ser ouvido, mas o celular foi apreendido para ser analisado e, posteriormente, periciado. Juntos, a Polícia Federal e as Receitas Aduaneiras no Porto de Santos foram responsáveis por mais de 14 toneladas de cocaína apreendidas no cais na região este ano. Este é um número de registro no complexo portuário, considerada a principal do Brasil. O montante registado exceder a apreensão de 2017 (11.539 kg) e 2016 (10.622 kg). Características do navio, onde foram apreendidos 1.3 bilhões de kg de cocaína no Porto de Santos (Foto: Infográfico: Roberta Jaworski/G1) Santos

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário